Top

Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar

dezembro 29, 2008

Milla Rubia carvalhoLeia na íntegra a entrevista com a engenheira de alimentos que desenvolveu um trabalho pioneiro na área de formulações especiais para bebês com alergia às proteínas do leite de vaca e intolerância à lactose.

Ao longo deste ano, recebemos dezenas de mensagens de mães e pais preocupados com seus filhos que sofriam com os sintomas da alergia ao leite e da intolerância à lactose. O diagnóstico nem sempre é simples e o tratamento ainda deixa muito a desejar uma vez que a dieta de exclusão, método bastante utilizado para detectar qual tipo de alimento está causando problemas, é um processo longo e preocupante para os pais. Foi a partir da própria experiência como mãe de um bebê com intolerância à lactose que a engenheira de alimentos Milla Rubia Carvalho direcionou seus estudos de graduação para o desenvolvimento de um trabalho pioneiro no País: o desenvolvimento de fórmulas especiais para bebês com alergia às proteínas do leite e intolerância à lactose. Em uma entrevista, Milla nos conta sobre seu trabalho inovador, os resultados e dá algumas dicas importantes aos pais.

O que é e como surgiu o Processo Alimentar Terapêutico?

O processo Alimentar Terapêutico é um estudo aprofundado de todas as condições ambientais que norteiam a criança que possui alergia ou intolerância ao leite de vaca. Leva-se em conta o fato de que todo e qualquer problema surge por um conjunto de fatores e estes devem ser analisados para traçar as coordenadas específicas para determinada criança.
Cada criança possui sua função específica (individualidade bioquímica) onde há variáveis (dependentes ou não) e constantes. É conhecendo a criança que se pode perceber o seu particular universo. O ato de se alimentar está profundamente ligado ao emocional, pois, a ação sensorial do organismo responde mediante estímulos, então, antes mesmo de chegar à boca, o som, o cheiro, o tato, tudo prepara a criança para o ato de alimentar-se. É um estudo das características extrínsecas e intrínsecas da criança e traz consigo a possibilidade do desenvolvimento de uma formulação feita de forma personalizada, para a criança portadora de algum distúrbio metabólico.
Ele surgiu de uma necessidade particular (meus filhos) que estava ligada tanto à intolerância a lactose como a uma gastrenterite de repetição. Nasceu de uma necessidade pessoal e da observação de centenas de mães em consultório, à espera de atendimento pediátrico e de suas reclamações. Essas observações fizeram com que o curso de Engenharia de Alimentos, no qual eu me encontrava no 2º semestre, tomasse um novo direcionamento, totalmente voltado a trabalhos que envolviam esse universo: alimentos para fins especiais no desenvolvimento de novos produtos.

Como este serviço é realizado?

Ele é exercido sobre um diagnóstico de pediatra ou nutricionista, com um contato direto com a mãe ou responsável e com o bebê. Durante uma hora a profissional faz perguntas com o intuito de se aprofundar naquele universo particular e de promover na mãe a segurança necessária para que ela se torne pró-ativa na terapia escolhida para seu filho.
Juntas, elas percebem características alimentares, sociais, emocionais e de segurança alimentar que afetam negativamente o ambiente daquele bebê. Também são levadas à mãe, conhecimentos de mercado e de produtos oferecidos para que as escolhas, no momento da compra, se tornem mais fáceis e estimulantes.
O desenvolvimento de uma formulação personalizada também é oferecido, com uma explanação dos critérios abordados, que são todos OFICIAIS. Normas, PORTARIAS e RDC´S emitidas pela ANVISA e padrões de execução de acordo com BPF e HACCP.  As matérias-primas indicadas possuem registro no M.A ou M.S e a suplementação é feita por farmácia de manipulação que tenha certificação mínima de ISO 9001. Quem realiza o mini-processo (preparo) é a própria mãe, uma vez ao dia.

Quais as vantagens entre o leite hidrolisado de formulação industrial (Pregomin, Alfaré, Prosobee) e a fórmula que você desenvolveu?

Os leites industrializados possuem alta concentração de proteínas, são isentos de enzimas e a concentração de lipídeos (gorduras) não são as ideais, preconizadas pelo CODEX ALIMENTARIUS – FAO/WHO com base nas características físico-químicas do leite materno.
Para secar um leite reconstituído rico em gorduras, é necessário o microencapsulamento e ele é feito com o uso das ciclodextrinas, que são carboidratos (açúcares), com isso, ao se elevar o teor lipídico, também eleva-se o teor dos açúcares presentes. Quando isso não acontece, o resultado é um pó com alta propensão a se aglomerar e com características reológicas desfavoráveis a uma boa dissolução, por isso, não se consegue uma proporção adequada de gorduras no leite seco.
O leite personalizado é fluido, com as proporções dosadas de acordo com o leite humano, inclusive a distribuição de aminoácidos, por isso é possível aplicar a porcentagem de gorduras adequadas (um Blend = uma mistura delas). Ademais, possui a concentração ideal de proteínas, dosadas de acordo com a IDR de cada faixa etária, sobre a sua ingesta diária, o que não acarreta sobrecarga renal ou hepática. O uso de enzima natural também é utilizado, duas vezes ao dia, no que provoca a otimização da hidrólise protéica a partir do estômago.
É um trabalho personalizado, com garantia de 90 dias para qualquer troca de formulação e que possui um custo bem mais acessível às mães, com 45% de economia sobre leites parcialmente hidrolisados oferecidos no mercado. É a mãe quem irá preparar o leite, uma vez ao dia, treinada para minimizar ao máximo, todas as possíveis fontes de contaminação que comprometam a inocuidade do alimento.

Que resultados já foram observados com o uso desta formulação especial para bebês?

A melhoria na qualidade de vida TOTAL de bebês e  de sua família. A mãe aprende muito e isso se reflete diretamente no seu nível de estresse. Uma mãe segura de suas ações e com maior autonomia sobre as decisões e manejo das situações que envolvem seu filho, provoca no bebê um bem-estar significativo.
Aliado a isso, tem-se a oferta adequada de nutrientes para um aporte calórico-proteico balanceado o que permite o organismo construir suas defesas e atingir um estado de homeostase. Já assisti bebês que, com apenas  5%(do total protéico) de aminoácidos livres, conseguiram uma boa digestão. Há uma melhora sensível da imunidade e do desenvolvimento geral do bebê, além da melhora do convívio social com as escolhas conscientes da mãe, que se encontra mais tranqüila e descansada.

Qualquer bebê, em idade de amamentação, pode ser alimentado com esta formulação especial?

É fundamental ressaltar que o melhor leite para bebês em fase de amamentação é o leite materno, produzido pela mãe. Nenhum processo industrial conseguirá imitá-lo, pois, é um leite que muda ao longo da mamada e ao longo do dia, bem como de uma mama para a outra.
Contudo, a inserção da mulher no mercado de trabalho é crescente e com isso, surge à necessidade do leite substituto. Há também casos especiais de ausência da lactação e até mesmo de intolerâncias do próprio leite humano, devido a distúrbios metabólicos bastante específicos do bebê e levam a privações na alimentação da mãe. Fator este, que pode levá-la a perder muito peso ou privar-se socialmente de se alimentar.
Cabe à mãe, juntamente com o médico responsável, decidir pelo leite substituto. As formulações que desenvolvo são funcionais e nutritivas e levam ingredientes como o ácido láurico, presente na gordura do coco, um poderoso agente nutracêutico que previne a translocação bacteriana nos intestinos, além de triglicerídeos de cadeia média (TGCM) que potencializam a absorção dos nutrientes. Trabalho o uso da fração protéica de acordo com o histórico de diagnósticos do bebê e portanto, as formulações podem  conter proteínas+aminoácidos ou até mesmo 100% de aminoácidos livres.

O que você sugere para os pais de bebês que estão com sintomas típicos de Alergia às Proteínas do Leite (ALV) ou Intolerância à Lactose?

Observem seu filho. Questionem. Sejam pró-ativos nas decisões terapêuticas. Já passamos pela era do capitalismo comercial, do industrial, do financeiro e agora vivemos dentro da era da informação. Investiguem todos os métodos de diagnósticos que estão disponíveis no mercado e certifiquem-se do REAL problema de seu bebê. Consultem um médico para orientar e medicar e estejam atentos para todas as possibilidades dentro do caminho escolhido.

Vantagens da formulação personalizada

  • Ajuste de aroma, textura e concentração;
  • Economia mensal de 45% sobre leites parcialmente hidrolisados e de 87% para leites com aminoácidos livres, pois, o cliente não paga o custo de processo (CUP), o custo de logística e o custo de divulgação;
  • A formulação é feita com base na ingesta diária da criança visando à prevenção de hipervitaminose e de hipovitaminose;
  • Permite a interação com o pediatra e/ou nutricionista;
  • Uso de lipídeo (gordura) funcional, que otimiza o sistema imunológico, por agir sobre microrganismos patológicos;
  • Permite o acesso a origem das matérias-primas, bem como informações de boas práticas de manipulação e armazenagem garantindo a segurança e inocuidade;
  • Garantia de 90 dias para qualquer mudança de fórmula;
  • Acompanhamento feito pela profissional in loco (Goiânia, Brasília, Uberlândia, Uberaba, São Paulo Capital, Campinas (SP) e via MSN ou Gmail (on line) para demais regiões.

Para entrar em contato e obter mais informações:

Milla Rúbia Carvalho
Eng.ª de Alimentos – CREA-GO:13111
Fone: 62 – 9979 27 71  
Gôiania – GO
Email: leiteinfantil@hotmail.com
www.nutraceuticosefoshu.com.br

Comentários

14 respostas para “Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar”

  1. Lara sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em janeiro 1st, 2009 8:38 pm

    Adorei saber que existem profissionais como esta jovem, que dedica seu tempo em ajudar aos nossos filhos.Espero que mais matérias deste tipo aconteçam neste ótimo site que encontrei navegando.Abraço e parabéns.

  2. Ana Karolina sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em fevereiro 16th, 2009 7:06 pm

    Olá Milla, tenho um bebê alégico ao leite e a soja ele toma o leite Pregomim. já percebi algumas melhoras, mas lendo essa máteria percebi que é bem melhor essa forma de tratamento, pois além de ser tudo balanceado, supre as necessidades do bebê. Como faço para poder levar o meu bebê para uma consulta pra conseguir a formula?

  3. Luciane sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em fevereiro 18th, 2009 9:03 am

    Olá Ana karolina,
    Passaremos seu recado à Milla para que entre em contato com você.

    Abçs

  4. Susana sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em abril 1st, 2009 4:56 pm

    Gente fiquei arrepiada ao ler a reportagem, é bem o q a minha filha tem e achei muito legal ter uma alternativa mais barata e com mais qualidade.

  5. Ecy Almeida sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em abril 1st, 2009 10:42 pm

    Gostaria de saber se há algum farináceo tipo Mucilon que não contenha nada de leite.

  6. Juliana Crucinsky sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em abril 2nd, 2009 10:32 am

    Olá Ecy,

    para saber quais produtos não contém leite na composição, só mesmo lendo atentamente todos os rótulos dos produtos, pois mesmo os produtos que periodicamente informamos no site, podem sofrer alteração em sua composição, sem aviso prévio dos fabricantes.

    Gde abraço,

    Juliana

  7. roberta sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em abril 18th, 2009 3:14 pm

    Oi boa tarde. Gostaria muito de ter acesso a Milla pois meu filho é intolerante. Descobri há 2 meses. Ele pessava 10,250kg com 2 anos e 5 meses. Hoje ele ganhou 400gr. Foi um ganho bom pois ele ganhava 50 e perdia 100gr logo em seguida e nao saia disso. Parabéns pelo site e que vcs sejam abençoadas todos os dias pois vcs são uma grande ajuda nas nossas vidas.

  8. Luciane sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em abril 18th, 2009 8:11 pm

    Roberta, para agendar sua consulta com a Milla ou receber mais informações, entre em contato com ela através dos dados que constam em nossa matéria, ok? Eu e Juliana agradecemos os elogios ao site! São pessoas como você que nos fazem acreditar cada vez mais neste trabalho.

    Abçs,

  9. Ana Cristina Freitas Passos sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em junho 15th, 2009 1:27 pm

    Minha filha de o4 meses tem intolerância à lactose, por isso tomava o leite Nansoy. Mas agora apresentou também intolerância ao leite de soja. O pediatra dela recomendou o leite Alfaré, só que é muito caro e não tenho condições de comprar. Existe alguma outra alternativa que possa substituir esses leites que são mt caros? Mt obgrigada.

  10. Juliana Crucinsky sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em junho 18th, 2009 5:24 pm

    Olá Ana Cristina!

    Infelizmente não existe alternativa não.
    O q vc pode fazer é conversar com o pediatra para que ele te encaminhe à Secretaria de Saúde (estadual ou municipal) com um laudo explicando o problema da sua filha, para que vc dê entrada no pedido das fórmulas para ela, pois em casos como este, o governo da gratuitamente os produtos necessários.

    Gde abraço,

    Juliana

  11. criscelia sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em julho 20th, 2009 12:47 pm

    Olá gostaria de saber qual a alimentaçao para bebês com alergia a leite, pois a minha bebê tem 7 meses e fez o teste de alergia e constatou que ela é alérgica a leite de vaca e soja. Agora estou preocupada com a alimentaçao dela e nao sei o que fazer, pois dou vitamina de frutas mas não sei se é suficiente.

  12. Juliana sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em julho 21st, 2009 10:31 am

    Olá Criscelia!

    O médico (pediatra e alergista) e o Nutricionista são os profissionais indicados para te orientar quanto ao tratamento. O médico deverá monitorar o desenvolvimento do seu bebê, orientar quanto ao tratamento e possíveis reações que a criança apresente e o Nutricionista é o profissional que avalia as necessidades nutricionais e monta um plano alimentar, que deverá contemplar todos os nutrientes necessários, nas quantidades necessárias ao desenvolvimento, fazendo as devidas substituições dos alimentos que sua filha não pode ingerir, por outros mais indicados. Não aconselhamos q vc tente fazer estas substituições sozinha, pois ela é muito pequena e qualquer descuido pode trazer mais prejuízos do que benefícios!
    A única coisa em q podemos ajudar nesse momento, é reforçar a importância de vc não dar a ela absolutamente nada que contenha leite de vaca, derivados ou mesmo traços de leite e nada que contenha soja! É muito importante q vc aprenda a ler atentamente os rótulos de todos os produtos industrializados, em busca dos itens q mencionamos. Tb é importante que a alimentação dela seja a mais natural, variada e saudável possível. Use somente a fórmula infantil indicada pelo médico (em casos como estes, utilizam-se fórmulas hidrolizadas) e o leite de cabra só deverá ser usado, se ficar comprovado que ela NÃO é alérgica a ele tb (não tente dar a ela sem a orientação de um profissional).

    Gde abraço.

  13. Alessandra Araújo sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em maio 8th, 2010 10:29 pm

    Meu bebê de 5 meses foi diagnósticado com intolerância a lactose através de exame. Mas apesar desse diagnóstico,ele vem se desenvolvendo bem e ganhando peso normalmente com o leite materno e o complemento (Nestogeno 1). Foi a preocupação com o intestino preso e umas manchas no corpo que me levaram a pediatra. Agora ele está tomando Isomil por ser considerado o melhor leite e de melhor aceitação entre os bebês. A princípio o tratamento será de um mês, com nova investigação após esse mês para verificar como está reagindo o organismo. O filho do meu irmão teve intolerância por 60 dias. Pergunto, há necessidade mesmo de suspender totalmente da dieta do bebê de leite de vaca (Nestogeno), uma vez que o organismo precisa criar um mecanismo de defesa e adaptação? E gostaria de saber tbém se é verdade que com o leite de soja a criança perde peso.

  14. Juliana sobre Novas alternativas para bebês com alergia e intolerância alimentar em maio 10th, 2010 11:23 am

    Olá Alessandra!

    Qual foi o exame que seu bebê fez? O exame realizado para diagnóstico de IL é um no qual se ingere uma solução contendo grande quantidade de lactose e posteriormente, o sangue é coletado algumas vezes, para monitorar as variações na glicose sanguinea.

    Manchas na pele não cosntuma ter relação com a lactose, visto que os sintomas da IL são apenas gastrointestinais (a prisão de ventre, apesar de pouco comum, pode estar presente em muitos casos de IL, assim como cólicas, distensão abdominal, excesso de gases, etc). Reações na pele e em outros órgãos (excetuando-se o trato digestivo) estão relacionadas a alergia, que pode ser causada pelas proteínas presentes no leite de vaca (nunca pela lactose, já q a lactose, por ser uma açúcar, não provoca alergia).

    No diagnóstico de IL, a lactose é excluída totalmente durante um tempo, até que os sintomas desapareçam e o intestino se recupere. Posteriormente, alimentos contendo lactose (como o próprio leite materno) vão sendo re-introduzidos aos poucos, para se observar o grau de intolerância e para que se estabeleça qual quantidde pode ser ingerida sem desencadear os sintomas.

    Já no caso de alergia ao leite de vaca, todo e qualquer alimento contendo leite e derivados necessitam ser completamente excluídos, visto que as reações alérgicas podem ser muito graves. E somente o médico, com o decorrer do tratamento é quem poderá indicar a re-introdução dos alimentos e monitorar os sintomas.

    Quanto ao leite de soja, em se tratando de bebês, desde que a formulação escolhida e a quantidade utilizada estejam de acordo com a idade e com as necessidades nutricionais da criança e desde que a criança NÃO tenha ALERGIA A SOJA, o ganho de peso esperado é mesmo que ocorreria caso a criança fosse ammentada ao seio ou com fórmulas infantis a base de leite. Caso a criança esteja perdendo peso, é necessário que a causa seja investigada o quanto antes, pois não é uma situação normal, nem esperada!

    Gde abraço,

    Juliana

Tem algo a dizer?